Projeto Fazendas de Café

Formas de beneficiamento do Café 2012.

Sistema mecânico em trilhos de ferro instalados nos terreiros de café. O movimento demonstra a direção do carregamento dos grãos em carrinho, após secagem ao sol, destinado ao armazenamento na Tulha, depois de despolpados em máquinas elétricas e ensacados.

Terreiro animado 1
Terreiro animado 2

Corredores do Café

“Em decorrência da aplicação de uma metáfora, para compreender os contextos históricos cafeeiros, os significados são amplos e procura-se sistematizar a investigação que se coloca na representação das imagens do café. Desta forma cada ‘corredor’ orienta este estudo: da organização documental e tratamento das informações em seus suportes materiais e imateriais; classificação dos registros produzidos na fazenda cafeeira e, por fim, qualificam a compreensão do espaço (Fazenda, Sede, Terreiro, Produção do Café, Colônia,).”

Espírito Santo, S.; Dias, S.M.F. ; Gomes, W., 2012. Análise icônica com utilização de descritores como método para construção de vocabulário controlado: coleção ‘Boletim da Superintendência dos Serviços do Café’. Istanbul: Fiealc, 2012.

Artigo: AÇÕES DE CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA NO CONTEXTO DIGITAL Wilza Aurora Matos TEIXEIRA

Link: https://docs.google.com/document/d/1SFseL–X-g-ozJTlMBnjMH3tTi0nNKLTDF7WBHrzntI/edit?usp=sharing

Leitura Documental: Infografias para Estudos Culturais Do café.

O projeto faz parte do Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo realizado pela orientanda Rafaella Karine Lemes.

O projeto é dirigido para a realização de dois produtos educativos, físicos e virtuais, denominados “Jogos nos trilhos do café” e “Infografia do Café”. Além disso, faz se um estudo qualitativo da abordagem linguística da produção do café, através da circulação específica dos textos de embalagens de café, sites de empresas e estudo histórico que serviu como plataforma de investigação para o aprimoramento das cartas do jogo. 

Estes produtos são resultados de pesquisa acadêmica, na área da Ciência da Informação, concernentes á aplicação de conceitos da percepção da informação da história do Café, presentes nas dimensões físicas e virtuais, e dirigidas à Educação. 

A base de pesquisa foi a organização de dados de simbologia dos fatos históricos de instalações das linhas férreas no Brasil, em especial no Estado de São Paulo, com o jogo educativo traz-se ao público, noções globais, territoriais, regionais e culturais acerca da história do café.

Memória Construída

O projeto Centro de Documentação e Memória do Otoniel Mota – CDMOM

Nos dias 20 e 21 de outubro de 2009, na Escola Otoniel Mota  recebemos a inscrição de alunos para realizar as oficinas de Capacitação de Organização e Preservação do acervo (CDMOM) e estagiar no projeto. Essa apresentação objetivou três vertentes: 

1. Iniciar as atividades pedagógicas de oficinas sobre memória e documentação;

2. Ampliar o número de membros;

3. Abrir oportunidades de estágios da USP no Otoniel Mota para estabelecer o convênio.

O Centro de Documentação e Memória da Mogiana – CDMM

Inaugurado no dia 14 de abril na Fazenda Santa Cecília, município de Cajuru em SP,  recebeu pesquisadores de diversas universidades e promoveu oficinas de conservação preventiva,  preservação física e digital documental, vocabulário controlado entre outras  …

         Mais detalhes em: https://revistacafeicultura.com.br/?mat=44412

Fazenda Santa Cecília, Cajuru-SP

Museu Histórico de Ribeirão Preto

Planta do Museu Histórico e de ordem geral Plínio Travassos dos Santos. Museu do Café Cel Francisco Schmidt. Ambus ficam situados no Campus da Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto. Este museu é de responsabilidade administrativa da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.
Cel. Francisco Schmidt. Foto do Acervo do Arquivo do Centro de Memória da Unicamp.

Planta do Museu do Café Cel Francisco Schmidt, Campus da Universidade de São Paulo. A USP não tem nenhuma responsabilidade na administração dos dois museus que pertencem à Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.

Antiga Sede da Fazenda Monte Alegre. Atualmente abriga o Museu Histórico Plínio Travassos dos Santos, de Ribeirão Preto, Campus da Universidade de São Paulo. A Prefeitura Municipal da cidade é a responsável pelo Museu, que não pertence à USP.